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2º Trimestre - Lição 02 - Os Perigos do Desvio Espiritual





Leitura Diária

Segunda - Jr 2.7
E eu vos introduzi numa terra fértil, para comerdes o seu fruto e o seu bem; mas quando nela entrastes contaminastes a minha terra, e da minha herança fizestes uma abominação.

Terça - Jr 2.8
Os sacerdotes não disseram: Onde está o SENHOR? E os que tratavam da lei não me conheciam, e os pastores prevaricavam contra mim, e os profetas profetizavam por Baal, e andaram após o que é de nenhum proveito.

Quarta - Jr 2.11
Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, ainda que não fossem deuses? Todavia o meu povo trocou a sua glória por aquilo que é de nenhum proveito.

Quinta - Jr 2.13
Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm águas.

Sexta - Jr 2



Introdução

Inquestionavelmente observamos aqui aquilo que poderia ser caracterizado como uma descrição apropriada para o termo apóstata, cujo conceito foi definido nos evangelhos – ou seja, o indivíduo que abandona o ensino do Cristo, e conseqüentemente a lei de Deus, talvez até mesmo indo ao ponto de tentar minar a fé de outras pessoas através de argumentação ardilosa. Dificilmente poderíamos encontrar uma descrição mais sucinta, e ao mesmo tempo tão precisa como a encontrada em 2 João 8-10. O ponto chave nestes versículos bíblicos é que eles determinam o que, do ponto de vista cristão, deveria ser considerado apostasia, já que o equivalente termo em grego é um tanto quanto abrangente. Para que haja uma compreensão mais ampla do que quero demonstrar, iremos nos valer da definição de apostasia.

I. O Que é a Apostasia

1 - Definição:

Apostasia (em grego antigo απόστασις [apóstasis], "estar longe de") não se refere a um mero desvio ou um afastamento em relação à sua fé e à prática religiosa. Tem o sentido de um afastamento definitivo e deliberado de alguma coisa, uma renúncia de sua anterior fé ou doutrinação. Pode manifestar-se abertamente ou de modo oculto.

Dependendo de cada religião, um apóstata, afastado do grupo religioso no qual era membro, pode ser vitima de preconceito, intolerância, difamação e calúnia por parte dos demais membros activos. Um caso extremo, é aplicação da pena de morte para apóstatas na religião islâmica em países muçulmanos, como por exemplo, na Arábia Saudita.
- “APOSTASIA” = RENÚNCIA VOLUNTÁRIA À FÉ; É NEGAR A FÉ E RENUNCIAR A VERDADE TAL COMO SE RECEBEU NO PRINCÍPIO.

- Por exemplo: Jo 6:60-71 - Judas foi eleito apóstolo depois de uma noite inteira de oração; foi escolhido dentre muitos outros. Porém, abriu asas na direção do diabo e se tornou sua presa e possessão. Renunciou à fé e seguiu o caminho da morte, por suicídio.

1. Separação ou deserção do corpo constituído (de uma instituição, de um partido, de uma corporação) ao qual se pertencia.

2. Abandono da fé de uma igreja, especialmente a cristã.

3. Abandono do estado religioso ou sacerdotal.

2 - A apostasia de Israel

Tanto no período dos juízes como o do reino dividido, Israel se afastou de Deus e mergulhou na apostasia. Tempo depois do cativeiro do reino do Norte, Judá entrou em uma profunda apostasia, liderada pelo rei Manassés. “Tinha Manassés doze anos de idade quando começou a reinar, e cinqüenta e cinco anos reinou em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Hefzibá. E fez o que era mau aos olhos do SENHOR, conforme as abominações dos gentios que o SENHOR expulsara de suas possessões, de diante dos filhos de Israel. Porque tornou a edificar os altos que Ezequias, seu pai, tinha destruído, e levantou altares a Baal, e fez um bosque como o que fizera Acabe, rei de Israel, e se inclinou diante de todo o exército dos céus, e os serviu. E edificou altares na casa do SENHOR, da qual o SENHOR tinha falado: Em Jerusalém porei o meu nome. Também edificou altares a todo o exército dos céus em ambos os átrios da casa do SENHOR. E até fez passar a seu filho pelo fogo, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro e ordenou adivinhos e feiticeiros; e prosseguiu em fazer o que era mau aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira. Também pôs uma imagem de escultura, do bosque que tinha feito, na casa de que o SENHOR dissera a Davi e a Salomão, seu filho: Nesta casa e em Jerusalém, que escolhi de todas as tribos de Israel, porei o meu nome para sempre; Porém não ouviram; porque Manassés de tal modo os fez errar, que fizeram pior do que as nações, que o SENHOR tinha destruído de diante dos filhos de Israel. Além disso, também Manassés derramou muitíssimo sangue inocente, até que encheu a Jerusalém de um ao outro extremo, afora o seu pecado, com que fez Judá pecar, fazendo o que era mau aos olhos do SENHOR.” (2Rs 21.1-9 e 16). Israel se afastou completamente de Deus. O povo cometeu um dos mais terríveis pecados que é do sacrifício humano. Anos depois sob o reinado de seu neto, rei Josias, houve uma tentativa de reavivamento, que durou tanto quanto seu reinado: “Então disse o sumo sacerdote Hilquias ao escrivão Safã: Achei o livro da lei na casa do SENHOR. E Hilquias deu o livro a Safã, e ele o leu. Também Safã, o escrivão, fez saber ao rei, dizendo: O sacerdote Hilquias me deu um livro. E Safã o leu diante do rei. Sucedeu, pois, que, ouvindo o rei as palavras do livro da lei, rasgou as suas vestes.” (2Rs 22.8, 10 e 11). Israel tinha se afastado tanto de Deus que o povo não conhecia mais sua Lei. O texto mostra que o Livro da Lei ficou guardado no Templo e pela reação de Safã e do próprio rei percebemos que eles não conheciam aquele livro. Devido à apostasia de Manassés, a Palavra de Deus ficou inacessível ao povo – “Não havendo profecia, o povo se corrompe…” (Pv 29.18).



II. UM BRADO CONTRA A APOSTASIA

Chamado para ser o porta-voz de YAWEH em Judá, fielmente confrontou os líderes e o povo por causa de sua apostasia. Que possamos, a seu exemplo, resistir nestes tempos difíceis.’

1. Falar em nome do Senhor. Vimos na lição 01 que o ministério de Jeremias aconteceu em um período de grandes mudanças no cenário mundial, e nesse clima de mudanças, Deus chama e atua na vida do profeta, preparando-o para um ministério que envolvia não só Judá, mas as nações vizinhas. Seu ministério apresenta tanto um aspecto negativo (juízo) como positivo (graça); sua mensagem era primordialmente de destruição e juízo. Não obstante a dificuldade em ministrar tal mensagem, ele foi fiel à sua vocação e ao SENHOR. Jeremias tinha como missão exortar o povo à obediência e alerta-los quanto à desgraça que se avizinhava de suas fronteiras: os exércitos babilônios. SINOPSE DO TÓPICO (2).

2. Ser autêntico e não politicamente correto. Querer recusar sua vocação parece um ato de falta de fé daquele profeta, mas quando nos aprofundamos nos seus pensamentos, preocupações e perturbações, nos apercebemos de quão pesada foi a sua carga. O mesmo fato ocorre hoje quando temos o culto divino, em muitas igrejas, sendo substituído por espetáculos e shows. Em vez da simplicidade do cenáculo, a grandiosidade dos banquetes de Assuero. A pirotecnia ofusca a glória daquele que se acha entronizado entre os querubins. E o Cordeiro de Deus é substituído pelo bezerro de ouro. Púlpitos são transformados em palcos; obreiros fazem-se animadores de auditório; os santos tornam-se meros espectadores e consumistas. Programas de TV oferecem um evangelho falso, destituído das boas novas do Calvário e sem poder para salvar. Ao invés da mensagem do arrependimento, o que alguns querem empurrar é um marketing comprometido com os costumes do Egito e com a cultura de Canaã. Deus, no entanto, não mudou; continua a exigir santidade de seus filhos. Muitas igrejas já não cultuam mais ao Senhor, mas as necessidades do homem. Cultos alternativos para “prender” as pessoas à igreja; inventam-se alternativas para satisfazer o ego e deixar o Senhor da igreja de fora do templo. Um abismo chama outro abismo: a idolatria trouxe a apostasia, e a apostasia descambou na permissividade: “e o povo assentou-se a comer e a beber; depois, levantaram-se a folgar” (Ex 32.6). “Não havendo profecia, o povo se corrompe…” (Pv 29.18) É preciso que se levantem homens nessa geração compromissados com a ortodoxia bíblica, ainda que isto venha a custar-nos a vida!

3. Anunciar ao povo a tragédia que os rondava. A palavra hebraica para profeta é ‘NABI’, que significa anunciador, declarador, aquele que anuncia as mensagens de Deus. O ofício profético em si nos dá a idéia de predição do futuro, incluindo acontecimentos nacionais, comunais e individuais, envolvendo as atividades de exortação, ensino, pastoreio e liderança espiritual em geral. Resumidamente, os profetas eram tidos como representantes de Deus, libertadores e interpretes da mensagem divina na questão das revelações e do conhecimento espiritual. O cumprimento das profecias de Jeremias forneceu as evidencias para a autenticidade da sua vocação. “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento (…)” Rm 12.2; Diante da urgência destes últimos dias, não podemos escusar-nos: ou ficamos pela glória de Deus ou ficamos com os deuses que o diabo tem oferecido aos santos. O momento requer cuidado e vigilância: caso não estejamos atentos, corremos o risco de introduzir, na casa de Deus, abominações e iniqüidades. No início da Igreja Cristã, não havia necessidade de alternativa para o culto divino. De maneira simples e sincera, cultuavam a Cristo que, através de Seu Espírito, se fazia presente com poderosas manifestações. Não precisavam de nenhum fenômeno estranho, de unções disso ou daquilo, de declarações proféticas, pois o Cordeiro estava sempre presente!



III. EM QUE CONSISTIA A APOSTASIA DE ISRAEL

A história do declínio de Israel começa com Salomão. Ainda que seu pai, Davi, tivesse tentado servir ao SENHOR e tivesse humildemente arrependido quando pecou, Salomão não permaneceu fiel. Apesar de todas as bênçãos que Deus lhe deu, ele seguiu suas centenas de esposas para longe do Senhor e para a idolatria. Quando Salomão morreu, Deus retirou dele a maior parte do reino e a deu a Jeroboão. Esta nova nação, que consistia das dez tribos do norte, foi chamada Israel. Deus disse a Jeroboão que o abençoaria e estabeleceria a sua como a família real, por muitas gerações, se ele fosse fiel e obediente ao Senhor. Mas Jeroboão não confiou em Deus. Ele não se voltou para o Senhor, mas se afastou dele. Estava tão preocupado com sua posição de poder em Israel que não queria permitir ao povo voltar a Jerusalém para suas festas religiosas anuais. Temia que o povo se decidisse a servir o filho de Salomão e não mais quisesse Jeroboão como rei. Para impedir o povo de sair de Israel, Jeroboão inventou um novo sistema religioso. Ele tomou emprestadas muitas idéias da religião verdadeira que Deus tinha estabelecido no Monte Sinai. Com seus bezerros de ouro, centros de adoração não autorizados e sacerdotes não levíticos, Jeroboão deu um grande passo afastando-se de Deus. Manassés, o mais perverso dos reis judeus, entulhou a Casa de Deus dos mais abomináveis ídolos. “E os filhos de Israel fizeram o que parecia mal aos olhos do Senhor, e se esqueceram do Senhor, seu Deus, e serviram aos baalins e a Astarote” (Jz 3.7). Não estaremos, de algum modo, agindo como esses reis? O momento exige reflexão, disciplina e lágrimas.

1. O afastamento de Jeová. . Israel rejeitou o bem; o inimigo os alcançou. Israel tinha desprezado o bem que lhe fora oferecido pelo SENHOR e em breve o feroz exército babilônio chegaria. O bem vinha através da lei Moisaica, que com desdém fora arredada para um lado (Am 5.14,15; Mq 6.8). A lei tornou-se, dessa maneira, uma maldição. Os inimigos de Israel prevaleceriam, e sua extinção como nação seria o temível resultado. A escolha do caminho largo foi fácil, mas levou os israelitas à destruição. Alguma perversidade explica isso. Por que será que os homens desprezam o bem e voltam-se para o mal? Alguma depravação da natureza os inspira, e eles se tornam vítimas da própria corrupção. Essa é a antiga história dos indivíduos e das nações, que se repete.

2. O esquecimento de Jeová. É uma grande tolice abandonar as águas vivas, que apenas Deus pode fornecer por cisternas que vazam. O povo eleito abandonou o Senhor e passou a buscar vida e prazer nas coisas efêmeras das nações vizinhas, abdicando do seu destino e propósito. É propício comentarmos esse texto hoje, haja vista o desenrolar herético que muitas vertentes do evangelicalismo brasileiro tem demonstrado, abdicando do seu destino de ser luz em meio à trevas. A verdadeira água viva está em comungar pessoalmente com Deus por meio de Cristo (Jo 4.10).

3. O desprezo pelas coisas divinas. Jeremias descreve com detalhes a enormidade do crime de Israel, mostrando, inclusive, evidências das nações vizinhas. A pergunta retórica do versículo 11 antecipa a resposta negativa e enfatiza a grandeza do pecado de Israel: de Quitim, a oeste, até Quedar, a leste, nenhuma nação jamais se havia voltado contra os próprios deuses pagãos; Israel, contudo, havia se esquecido do Deus Vivo!


CONCLUSÃO

Os fariseus e os escribas eram muito preocupados com a pureza, conforme a tradição dos antigos, a maneira correta de lavar as mãos, os copos, pratos e jarros. Jesus e os seus discípulos pensavam de outra forma. O mais importante não era o exterior, e sim o interior. Por isso, o Mestre os chama de hipócritas. E citando o profeta Isaías diz a respeito deles: “Este povo me honra com os lábios, mas o coração está longe de mim. Em vão me prestam culto, pois o que ensinam são mandamentos humanos.” (Is 29,13). Na certa, aqueles homens conheciam estas palavras do profeta, mas ainda assim preferiam mostrar uma aparência de cumpridores da lei, uma vez que ninguém via o que se passava por dentro deles. Porém, Deus conhece os nossos corações e quer tratar conosco. Diante da urgência destes últimos dias, não podemos escusar-nos e deixar ‘o barco rolar’, ou optamos pela glória de Deus ou ficamos com os deuses que o diabo tem oferecido aos santos. O momento requer prudência com o que estamos a ouvir. O evangelho anunciado hoje não visa ganhar as almas para Cristo, mas tão somente, aumentar rebanho e pra isso vale tudo. O momento exige reflexão, disciplina, jejum, oração e lágrimas.



APLICAÇÃO PESSOAL

Manassés, um rei muito ímpio, colocou ídolos na Casa do Senhor. Mas e hoje, não estaremos nós a abarrotar a Casa de Deus com os ídolos deste século? A pergunta nos leva a outras: porque muitos crentes que, no passado, eram fortes arrojados no Senhor vieram a tornar-se tão frios e tão comprometidos com o mundo? Por que alguns movimentos do Espírito tornaram-se denominações? Porque algumas denominações fizeram-se tão nominais e apóstatas? Cremos que deixaram de ser movimentos de fé, poder e santidade, para se tornarem monumentos, e assim, acabaram se tornando ídolos. Passaram a ser mais adorados do que o Senhor de todas as coisas. Não vejo a necessidade de ouvir tele-pregadores comprometidos com teologias exóticas, nem sinto que haja lucro algum em seguir modismos. Nos acostumamos a olhar para os não-crentes como idólatras, e de fato são. Mas nesta lição vemos Jeremias advertindo o povo de Deus, o povo escolhido acerca dos perigos do desvio espiritual. Devido ao misticismo que grassa em nossa cultura tupiniquim que leva-nos a crer que um óleo trazido de Jerusalém é poderoso, ou que um lenço untado de suor do tele-apóstolo tem poder, entre outras bizarrices, muitos ídolos tem surgido no cenário evangélico, cobertos com a lã das ovelhas, que entre outros luxos, voam em jatos particulares, comprados com o suor de seus fiéis seguidores. Não devemos nos impressionar com sinais e maravilhas apresentados nesses ministérios. Lutero disse certa feita:“Qualquer ensinamento que não se enquadre nas Escrituras deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias.” Qualquer ensino, prática ou experiência avessos à Palavra, deve ser desconsiderado. Desde minha conversão em 1991, vi surgir muita coisa no meio evangélico: “moveres estranhos” (unção do riso, G12, regressão, teologia da prosperidade, etc), substituírem a ortodoxia da Palavra de Deus; em nome de uma hermenêutica fajuta, torceram-se textos a fim de apoiar pretextos heréticos. Pregadores famosos introduzem doutrinas deturpando a genuína Palavra de Deus, são não apenas aceitos, mas copiados por muitos e suas heresias ganham terreno até em Igrejas tradicionais. Há poucos dias uma famosa intérprete do chamado mundo gospel, num “ato profético”, notadamente em êxtase, andou como um animal quadrúpede em cima de um palco, como se fosse uma leoa. Essa mesma intérprete apresentou um deprimente espetáculo em um mega-show no Rio de Janeiro, em que um rapaz representou o Diabo, enquanto ela o pisava “profeticamente” – copiada, suas bizarrices ganham terreno em nossas Igrejas. O que está acontecendo com a quase-centenária Assembleia de Deus, que sempre se preocupou com a ortodoxia da Palavra de Deus, a oração e a evangelização? O evangelho de Cristo é simples (2 Co 11.3,4). Temos de orar e jejuar, amar e estudar a Palavra de Deus, bem como, em nossa vocação de professores da escola bíblica, ensinadores, alertar a noiva do Cordeiro dos perigos do desvio espiritual. Digamos “não” aos “atos proféticos”, que só servem para afastar o povo de Deus da Palavra e da simplicidade do evangelho, gerando falsa espiritualidade e pseudo-avivamento. Digamos “não” às heresias esposadas por grandes intérpretes da musica gospel que só servem para afastarem o povo da visão cristocêntrica. Digamos “não” às invencionices de pseudo-profetas importados da “grande babilônia” que profetizam prosperidade e distribuem “unções” que só servem para prosperar seus próprios ministérios. Jeremias deve nos inspirar e nos levar a ver que ser cristão é essencialmente ter um relacionamento moral e espiritual com Deus, um relacionamento que requer a devoção de cada indivíduo.



Respostas

1 - Teologicamente falando, e o afastamento ou o abandono premeditado da Fé Cristã.

2 - E O Afastaente de Jeová, e o esquecimento de Jeová e o desprezo pelas coisas divinas.

3 - "Que, nos ultimos temps, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espiritos enganadores e a doutrinas de demônios" (1 Tm 4.1)

4 - Zelando pela são doutrina.

5 - Sim, observando constantemente a palavra do Senhor.

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